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quinta-feira, 11 de junho de 2009

30 semanas de Gestação

Bebê.com.br
Seu bebê
Carinho, você sabe, nunca é demais. Entre um cochilo e outro, seu bebê vai vibrar de alegria se você massagear a barriga e conversar com ele. Com um pouquinho de sorte, ele poderá retribuir o afago dando alguns chutes dentro do útero. Seus sentidos estão mais afiados nesta semana. No entanto, o único sabor que o pequeno experimentou foi, é claro, o do líquido amniótico, que engole e inala continuamente. De acordo com os pesquisadores, essa substância é adocicada, ou seja, tem o gosto de infância.
Sua gravidez
É hora de checar o tamanho da sua barriga. Nesta semana, ela deve ter alcançado 30 cm de altura. Cresceu muito, não é? E, sem dúvida, deve estar pesada. Suas pernas que o digam, pois elas sentem ainda mais o peso do bebê. As cãibras e os inchaços, inclusive, aumentam na reta final da gravidez. Assim, evite ficar em pé por muito tempo e use sapatos baixos. Mulheres com predisposição a varizes devem redobrar os cuidados, usando meias elásticas e mantendo as pernas elevadas sempre que possível.


Boletim Crescer:
Como você está:
É comum que você esteja com dor nas pernas e com os pés inchados (aliás, pode até ser que você precise usar sapatos um pouco maiores). O aparecimento de varizes também pode acontecer. Elas ocorrem por conta do peso do útero, que reduz a velocidade do fluxo de sangue e afeta certos vasinhos. Para diminuir o mal-estar, procure fazer pequenas caminhadas diárias, evitar ficar em pé por longos períodos, usar meias elásticas e deixar os pés para o alto sempre que puder.
O que está acontecendo com o bebê:
A partir desta semana, o bebê receberá muitas defesas do organismo da mãe. Elas irão ajudá-lo a lutar contra infecções no nascimento, estendendo-se pelos seus primeiros meses de vida. Ele agora mede 39 cm e está com cerca de 1,5 kg. Já tem algumas gordurinhas, que tornam sua pele bem menos enrugada do que eram semanas atrás.
Uma relação de troca
“A placenta é uma policial de trânsito”, definiu certa vez Susan Fisher, bióloga de desenvolvimento da Universidade da Califórnia, em reportagem na revista Time. “Sua principal função é permitir a entrada de coisas boas e impedir a entrada de coisas ruins.” É ela quem “engana” o sistema imunológico da grávida e faz com que ela tolere a presença do embrião em vez de rejeitá-lo. O sangue da mãe e do feto tornam-se muito próximos na estrutura da placenta, e materiais passam de um sistema sangüíneo para outro. Se o sangue da mãe contém mais açúcar que o do feto, o excesso passa para o sangue fetal até que os níveis se igualem. Desse modo, o açúcar ingerido pela mãe alimenta o bebê. O crescimento intra-uterino depende fundamentalmente do funcionamento da placenta, que pára de crescer entre a 34ª e a 38ª semana