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terça-feira, 17 de maio de 2011

Paninho, cheirinho.

A Valentina não chupou bico, nunca! E não foi por falta de tentativas...
Eu devia ter em casa uns 15 tipos de bicos diferentes. Latéx, borracha, redondo, achatado, pontudinho, para RN, jumbo. Até encomendei de um site americano, uma que era destinada para prematuros.
Realiza.

Ai, na casa da Dinda Camila, quando me viu segurando a Júlia de 5 meses no colo, queria por que queria o bico dela de qualquer jeito! É minha gente, ciúmes=regressão. E ganhou um bico, não sabia nem o q fazer com ele na boca mas ficou lá... segurando ele entre os dentes. Aí passou, largou o bico e esqueçeu.

Ela agora está na fase paninho. Sabe as fraldinhas de boca? Ela adora ficar segurando uma, vai p/ creche, dorme, brinca, tudo com uma na mão.
Ainda bem que não tem quer ser uma só, ela aceita trocar quando está suja na boa.

Aí recebi por e-mail isso da Crescer:

"1 a 2 anos
Inseparável paninho

Você anda intrigada com o fato de seu filho resmungar toda vez que você precisa lavar aquele coelho de pano prá lá de sujo de tanto ser arrastado pela casa, pelo parque e ir para o berço? É, de fato esses paninhos são objetos muito queridos para as crianças nessa faixa etária. Significa inconscientemente o seio da mãe. Com ele a criança se sente mais segura e tranqüila, como se fosse um aconchego. Recebem até um nome pomposo: objeto transacional ou de transição. Por isso, não há motivos para tirá-lo. Não agora!


Mas, se toda vez que o coelho vai para a lava-roupa e depois para o varal, seu filho não gosta e abra um berreiro muito grande, o jeito é chamá-lo para ajudar a lavar o trapinho e participar da limpeza. Se for o caso de substituí-lo, faça-o lentamente. Ou seja, deixe o paninho antigo com o novo. As chances de, com o tempo, ele transferir para o novo o que o outro representa pode ser grande, porque para a maioria das crianças o importante é o cheiro, que lhe é familiar.


Só que essa tática nem sempre dá certo. E então resta à família sentar e espera a fase passar. Aos poucos, a criança troca o pano por outros objetos do coração, como um brinquedo. Incentivá-lo com outras brincadeiras pode ajudar a esquecer o coelho maltrapilho mais cedo. O ideal é que a criança abandone a idéia de ter um paninho até os 5 anos. Depois dessa idade, os interesses são outros como, por exemplo, o início da alfabetização. Se o pano persiste em fazer parte do cotidiano infantil, então uma conversa com um profissional sobre a continuidade dessa mania deve ser considerada. Já imaginou arrastar um mesmo paninho ou coelhinho por cinco anos seguidos? Só mesmo o Linus, das tirinhas do Snoopy."

Né fofo?
E o teu baby? Tem algum bichinho/cheirinho/paninho?